E você palmeirense, fez o que o presidente Belluzzo ordenou ? Matou um bambi hoje ?
Ainda não sabe o que fazer com a carne do cervídeo ?
A amiga Lilian Trigo dá uma suculenta sugestão, o bambi ao vinho tinto. Tome nota:
Bambi ao vinho tinto
- 600 g carne da perna de Rogério Ceni (ou qualquer outro disponível para o abate)
- 2 cebolas
- 3 dentes de alho
- Ervas finas
- 1 garrafa de vinho tinto (da adega de Juvenal Juvêncio)
- 1 cálice aguardente velha (Reserva Especial de JJ)
- 50 g toucinho gordo (de preferência de Marco Aurélio Cunha)
- 2 colheres (sopa) azeite
- farinha
- pitadas de sal e pimenta
Modo de preparo:
Derreta o toucinho no azeite.
Acrescente o alho e a carne do viado marinada no vinho tinto. Deixe fritar um pouco.
Polvilhe com a farinha, acrescente as cebolas, o vinho da marinada e o ramo de cheiros.
Deixe cozinhar – se necessário acrescente a aguardente e deixe reduzir um pouco. Verifique os temperos.
Sirva com cebolinhas estufadas e fatias de pão frito.
Mais uma pra cima do Belluzzo. Apareceu hoje um vídeo onde o presidente do Palmeiras está em uma festa da Mancha gritando “vamos matar os bambis”. Foi o estopim (mais um) para a imprensa conclamar a “Marcha da Família com Deus pela Liberdade II”.
Como não existe contexto para a imprensa, vamos ajudar a contar a verdade dos fatos. Belluzzo, na verdade, é um exímio caçador. Foi convidado para a reunião anual dos caçadores de veados e resolveu bradar o grito de guerra da entidade.
Entenderam ? Afinal, um dia é da caça e o outro da pesca.
** Banda do País de Gales formada na metade da década de 80. Know your enemy é o 6º álbum da banda, mas o MSP ficou muito conhecido quando lançou seu 3º álbum, The Holy Bible, em 1994. Para mim, o melhor da banda. Um pouco antes do lançamento de Holy Bible, os problemas começaram a aparecer. O guitarrista Richey James Edwards já colecionava distúrbios com bebidas, anorexia e automutilação. No dia 1º de fevereiro de 1995, Edwards desapareceu do Embassy Hotel, em Londres. E duas semanas depois, seu carro foi encontrado abandonado perto da Severn Bridge, local conhecido por suicídios. Seu corpo nunca mais foi encontrado. Em 28 de novembro de 2008, Richey James Edwards é declarado “supostamente morto” (presumed dead) por sua família.
Da série “Músicas que você deve ouvir antes de morrer…“:
The Raconteurs – Steady as she goes
Turbonegro – All my friends are dead & Don´t say motherfucker, motherfucker
Sou do tempo do verdadeiro futebol, onde tudo se resolvia dentro das 4 linhas. Os tribunais, se existiam, não eram mais notícia que jogadores. Os jornalistas vestais não usavam o manto do politicamente correto. Os jogadores estavam mais preocupados com o futebol e menos com o business.
Qual palmeirense não se sentiu melhor com a eliminação do Paulista depois que Diego Souza aplicou uma rasteira no zagueiro santista, que entrou a mando do técnico Mancini, somente para tirar o melhor jogador do Palmeiras ? Aquela chinela (e o zagueiro batendo a nuca no chão) lavou minha alma, mesmo o time perdendo a chance de ir as finais do torneio. E a imprensa, sempre hipócrita, tratou somente da atitude de Diego Souza, que fez aquilo após ser provocado. A atitude dos zagueiro e técnico adversários não mereceram muito destaque entre os profissionais “especializados”.
Da mesma forma, fiquei de alma lavada quando houve uma briga generalizada contra os gambás, onde Edílson fez as embaixadinhas. Até nosso Santo correu atrás do goleiro adversário, que despencou na boca do vestiário.
Ou o inverso, quando Eric Cantona não gostou de ser xingado por um torcedor, deu-lhe uma voadora ali mesmo na arquibancada, no meio da fuça do sujeito.
Enfim, não quero fazer apologia à violência, somente concordo com o tudo o que o texto citado afirma. Porrada sempre fez parte do jogo. E não me venham os puristas com esse discursinho de que as brigas maculam a imagem do futebol.
“A violência nas arquibancadas cresceu na medida oposta ao afrescalhamento do jogo nas quatro linhas.”.
“Jogo de futebol não é espetáculo de ópera ou coisa parecida. É drama, epopéia, catarse coletiva e o escambau. Arquibancada é o melhor divã do mundo.”
“Sou, por isso, a favor de uma campanha contra o fair play da dona FIFA. Acho que precisamos incentivar a volta do conflito generalizado em campo – melhor estratégia para acalmar as coisas na arquibancada.”
Assino embaixo.
Fair play é o cazzo !
Não assista o vídeo abaixo se você for fã de Kakazinho:
As 5 maiores brigas do Palmeiras:
Você acha o futebol violento ? Não gostou dos vídeos ? Então seu esporte é esse.
Vira e mexe, quando o Palmeiras passa por alguma situação ruim, sempre aparece um patife querendo aparecer às custas da Sociedade Esportiva Palmeiras.
Nunes, o atacante do futuro rebaixado Santo André, falou poucas e boas após a derrota do Verdão. Em seus 15 minutos de fama, até a imprensa tentou o colocar nos bambis em 2010. Voltou ao ostracismo.
Ricky, o jogador mais macho do outro lado do muro, sempre dá declarações alfinetando o Palmeiras.
Dessa vez foi o “craque” leonor (craque para a impren$a bambi, claro) Jorge Wagner. O jogador condenou a briga de Maurício e Obina. Suas palavras:
É lamentável que aconteça isso em campo, nós temos que dar exemplo e com certeza tem que partir de nós tudo o que é visto no estádio. Fui à missa do padre Marcelo (Rossi) ontem, (quinta) com o Washington e o Arouca, e ele disse que ia fazer uma campanha no próximo ano para incentivar o torcedor a levar a família aos estádios para pregar a paz. E isso também tem que partir dos jogadores.
Não custa nada lembrar aos esquecidos leonores, que duas moçoilas do time onde eles jogam, protagonizaram uma briga no jogo contra o Vitória. E é óbvio, a arbitragem fez que não era com ela e se “esqueceu” de expulsar os brigões. Não me lembro de Jorge Wagner falando que foi a missa (ah, como são fervorosos os canalhas) do Padre Marcelo e condenando as atitudes dos jogadores bambis.
Naquele antro de canalhas, eles logo trataram de desmentir as imagens transformando as agressões em uma simples discussão. Tudo bem, não dá pra esperar honestidade vindo do outro lado do muro.
O Fernando Kamers do Meu Palmeiras mostra aqui como a imprensa esportiva trata de dois casos iguais, mas de forma bem diferente. As brigas entre Maurício e Obina x Hugo e André Dias.
Em um ótimo texto, o Ademir Castellari do Forza Palestra mostra aqui que a lógica não é o forte de Juquinha. E mais uma vez o arauto da moralidade tomou toco do Prof. Belluzzo.
Elenco fraco, falta de comprometimento de alguns jogadores, bundões na diretoria de futebol, um parceiro que vê mais o Palmeiras como vitrine de jogadores e menos como parceiro, diretoria omissa na hora de chamar alguns na xinxa, técnico que escala/mexe mal e perdeu a mão do elenco, erros crassos de arbitragens, falta de poder de fogo nos bastidores (leia-se STJBambi), mudanças na tabela pela dona do campeonato para ajustes na grade de programação, falta de sorte. Afinal, de quem é a culpa por mais um final de ano vexatório ?
Na minha opinião, um pouco de tudo fizeram o caldo entornar.
Desde que eu acompanho futebol, não me recordo de um título tão entregue como esse. O Palmeiras ficou 19 rodadas, um turno inteiro, na liderança. Teve algumas rodadas “dadas” de lambuja pelos concorrentes diretos, teve gordura de sobra para queimar. E quando na reta final se espera um time mais maduro, calejado, acontece exatamente o contrário.
O Tânia Clorifila já havia escrito um ótimo texto – Palmeiras, o poderoso rival de si mesmo – lá no final de outubro, quando o time já dava mostras que algo de podre estava no ar.
Recomendo a leitura do ótimo texto do Tito – O último ato da Opera Buffa – sobre a falta da capacidade de planejamento da diretoria de futebol, que aí está a 3 anos.
Ontem fui dormir pensando porque todo final de ano é a mesma coisa. O elenco racha, o time perde o gás na reta final e mais um ano vai pro saco. Ano passado, apesar da banda podre, o Palmeiras ganhou de bandeja do Flamengo a vaga para Libertadores. Mas esteve perto de lutar pelo título. Em 2007, o time de Caio Jr deixou escapar uma vaga de Libertadores para ficar com a Sulamericana, no final do torneio. Sem falar em 2006, que o time terminou em 16º, o 1º fora do G-4.
Estamos patinando, ano após ano, montando e desmontando elencos. O Palmeiras virou o time do ano que vem.
72 jogos31 vitórias (43%) 26 empates (36%) 15 derrotas (21%) 105 gols pró73 gols contra Primeiro jogo da História: Grêmio 1 x 1 Palestra ItaliaAmistoso Interestadual/Taça de Porto Alegre, 12/11/1936 Estádio: Baixada dos Moinhos de Vento, Porto Alegre (RS) Juíz: Luiz Dulce Renda: 30:000$000 Público: n/dPalmeiras: Jurandyr; Carnera e Begliomini; Tunga, Dula e Del Nero; Lara, Luizinho, Moacyr (Biruta), Rolando e Mathias III. Tc: Matturio Fabbi. Gols: Mathias III (24) e Alemãozinho (33) do 2ºt. ** Jurandyr defendeu pênalti de Sardinha II aos 39 do 2ºt. Quem mais jogou: Maiores artilheiros: Quem mais venceu: Quem mais perdeu:
Brasileiros:
38 jogos16 vitórias (42%) 14 empates (37%) 8 derrotas (21%) 49 gols pró31 gols contra Quem mais jogou: Velloso (12 jogos) Maiores artilheiros: Alex (4 gols)Quem mais venceu: Velloso (6 vitórias) Quem mais perdeu: Primeiro jogo: Grêmio 0 x 1 PalmeirasCampeonato Brasileiro, 07/11/1971Estádio: Olímpico, Porto Alegre (RS)Juíz: Sebastião Rufino (PE)Renda: Cr$ 102.904,00Público: n/dPalmeiras: Leão; Eurico, Luís Pereira, Nélson e Zeca; Dudu e Ademir da Guia; Edu (Zé Carlos), Leivinha (Héctor Silva), Fedato e Pio. Tc: Mário TravagliniGols: Fedato (37) do 1ºt Último jogo: Palmeiras 1 x 1 Grêmio – BR09, 1º turno (Cleiton Xavier (P); Máxi Lópes (G))
Últimos jogos:Palmeiras 1 x 1 Grêmio (BR09)Palmeiras 0 x 1 Grêmio (BR08)Grêmio 1 x 1 Palmeiras (BR08)Palmeiras 2 x 0 Grêmio (BR07)Grêmio 1 x 1 Palmeiras (BR07)Grêmio 2 x 1 Palmeiras (BR06)Palmeiras 0 x 1 Grêmio (BR06) Maiores goleadas:Palmeiras 5 x 1 Grêmio (BR97)Palmeiras 6 x 0 Grêmio (BR99)Grêmio 3 x 0 Palmeiras (BR01)Grêmio 5 x 0 Palmeiras (LB95)Palmeiras 5 x 1 Grêmio (LB95) Relembre: Palmeiras 2 x 1 Grêmio (Final do R.Gomes Pedrosa 67) Palmeiras 3 x 1 Grêmio (CPBR96) Palmeiras 3 x 2 Grêmio (LB95 – 1ª fase) Palmeiras 5 x 1 Grêmio (LB95 – 4ªs de final) Palmeiras 5 x 1 Grêmio (BR97) Palmeiras 2 x 0 Grêmio (BR07)