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Archive for the ‘Outros’ Category

Bambi ao vinho tinto

E você palmeirense, fez o que o presidente Belluzzo ordenou ? Matou um bambi hoje ?

Ainda não sabe o que fazer com a carne do cervídeo ?

A amiga Lilian Trigo dá uma suculenta sugestão, o bambi ao vinho tinto. Tome nota:

 

Bambi ao vinho tinto

– 600 g carne da perna de Rogério Ceni (ou qualquer outro disponível para o abate)
– 2 cebolas
– 3 dentes de alho
– Ervas finas
– 1 garrafa de vinho tinto (da adega de Juvenal Juvêncio)
– 1 cálice aguardente velha (Reserva Especial de JJ)
– 50 g toucinho gordo (de preferência de Marco Aurélio Cunha)
– 2 colheres (sopa) azeite
– farinha
– pitadas de sal e pimenta

Modo de preparo:

  1. Derreta o toucinho no azeite.
  2. Acrescente o alho e a carne do viado marinada no vinho tinto. Deixe fritar um pouco.
  3. Polvilhe com a farinha, acrescente as cebolas, o vinho da marinada e o ramo de cheiros.
  4. Deixe cozinhar – se necessário acrescente a aguardente e deixe reduzir um pouco. Verifique os temperos.
  5. Sirva com cebolinhas estufadas e fatias de pão frito.


Bom apetite !

 

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…reserve uma grana pois eles tocarão em SP:


Maquinaria Festival, Chácara do Jockey – R$ 200,00 (pista)

07/11 – Faith no More, Jane´s Addiction, Deftones, Sepultura e Nação Zumbi

08/11 – Evanescence, Panic! at the Disco, Direngrey, Duff McKagan´s Loaded


Planeta Terra, Playcenter – 07/11 – R$ 190,00

Iggy Pop and The Stooges + Sonic Youth + Primal Scream + Maxïmo Park


Twisted Sister, Via Funchal – 14/11 – R$ 140,00 (pista)


Kreator, Via Funchal – 31/10

* Atenção, Kreator toca sem seu parceiro, o Kredir.


AC/DC, Panetone – 27/11 – R$ 250,00 (pista)

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10.000

Amigos do Porcopédia, apesar de ter pouco mais de 4 meses de vida, esse blog atingiu hoje a marca de 10.000 page views.

Agradeço imensamente a todos que por aqui passaram e ajudaram a construir esse espaço: os visitantes assíduos e os que vem raramente, os comentaristas frequentes e os que nunca comentaram, os que gostam e os que não gostam daqui.

Enfim, um muito obrigado deste que vos escreve. E continuem por aqui.


Porcopédia (03/06/09 – 14/10/09)

Diecimila visite

10000

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Isso aqui é Rock´n´Roll, meu filho !…desde que isso não atrapalhe o padre que estiver te dando a extrema unção.






The Raconteurs – Steady as she goes

Broken Boy Soldiers” – faixa 1

Jack White – v + g + tc

Brendan Benson – v + g + tc

Jack Lawrence – bx

Patrick Keeler – bt


** O Raconteurs é desses projetos que onde todo mundo toca com todo mundo. Jack White (White Stripes) ainda participa do Dead Weather, mesma banda de Alison Mosshart (The Kills), Dean Fertita (Queens of the Stone Age) e do Baixista Jack Lawrence. Lawrence também toca no Greenhornes junto com o baterista Patrick Keeler e com a dupla country Blanche. Já Brendan Brenson é como Jack White, o próprio homem banda. Também toca no Waxwings com Dean Fertita (Dead Weather e QOTSA). Uma salada que vale a pena conferir.


Da série “Músicas que você deve ouvir antes de morrer…“:

  • Turbonegro – All my friends are dead & Don´t say motherfucker, motherfucker
  • Noir Désir – Un jour en France
  • Weezer – Say it ain´t so
  • Van Halen – Unchained
  • UFO – Doctor Doctor
  • AC/DC – Whole lotta Rosie
  • Queens of the Stone Age – Little sister
  • The Clash – Safe European Home

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Mario de Andrade

Nove de outubro de 1893, nascia Mario de Andrade, poeta, escritor, crítico literário,  folclorista, musicólogo e um dos líderes do Movimento Modernista no Brasil. Um dos maiores gênios que esse país já teve.


Quando eu morrer quero ficar,
Não contem aos meus inimigos,
Sepultado em minha cidade,
Saudade.

Meus pés enterrem na rua Aurora,
No Paissandu deixem meu sexo,
Na Lopes Chaves a cabeça
Esqueçam.

No Pátio do Colégio afundem
O meu coração paulistano:
Um coração vivo e um defunto
Bem juntos.

Escondam no Correio o ouvido
Direito, o esquerdo nos Telégrafos,
Quero saber da vida alheia,
Sereia.

O nariz guardem nos rosais,
A língua no alto do Ipiranga
Para cantar a liberdade.
Saudade…

Os olhos lá no Jaraguá
Assistirão ao que há de vir,
O joelho na Universidade,
Saudade…

As mãos atirem por aí,
Que desvivam como viveram,
As tripas atirem pro Diabo,
Que o espírito será de Deus.
Adeus.

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Se beber, dirija

Essa é uma homenagem para o Tito, que declarou juras de amor ao whisky Dalwhinnie, no sempre divertido Expatriated.  Só conseguiria pronunciar o nome do malte depois de algumas doses.



Half past 5 I’m in the pub
Six O’clock it’s home for grub
Eight O’clock I’m back to the bar
Sod the walk I’ll take the car

[Chorus:]
Knock it back
Have another one
Drinking and driving is so much fun

In the motor off you go
Not too fast and not too slow
Keep your head and keep your cool
Must avoid that rightful pull
As you meander down the road
Don’t forget your highway code
See the spot and take your pick
Out of the car to be sick!…..


E para a Lilian, que gosta de Irish drinking songs. Essa é da banda mais irlandesa dos EUA.


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Cenas da maternidade

Último dia, mãe e filhos já haviam recebido a alta. Já tinho acertado a dolorosa na tesouraria e arrumado as malas. Tudo pronto pra voltar pra casa. A enfermaria do andar e o berçário já tinham dado o ok para a liberação dos dois. Agora  só faltava trazer um carrinho (desses de aeroporto, onde se empilham malas) pro quarto pra carregar as coisas para o carro.

Botei o filho #1 nas costas e fui até a recepção em busca de um. Depois de descer alguns andares a pé, chegamos a recepção, que ficava muito longe do nosso quarto. Nada, nem sinal de carrinho, só alguns pais desesperados na mesma situação que a nossa. Alguém me orienta para tentar no estacionamento, com certeza encontraria. Com o moleque nas costas, corro até o elevador que dá ao estacionamento interno. Quando a porta se abre, um segurança sai empurrando dois carrinhos. Como vê minha cara de desespero, pergunta se quero um. Claro, aceitei na hora.

Com o filho nas costas mas com o carrinho garantido, passo pela recepção com vontade de comemorar um gol. Com uma cara blasé, conto para os pais onde achei o meu. Antes de chegar ao elevador, meu filho aponta para o nariz e reclama que ele está escorrendo. Paro na enfermaria do andar e peço um pedaço de papel higiênico. As enfermeiras me orientam para buscar no banheiro, no final do corredor, pois aquele papel poderia machucar o nariz no menino. Ok, decido procurar pelo banheiro. O que acontece a seguir fecha com chave de ouro nossa ida à maternidade em busca do mais novo palestrino da família.

Encontro o banheiro e como é pequeno, não consigo entrar com o carrinho. Para não correr riscos, decido fazer malabarismo. Seguro a porta com o pé e me abaixo para pegar um pedaço de papel higiênico. Com o filho #1 nas costas. Pego o papel e começo a limpar o nariz do rebento, sempre segurando a porta com o pé. De repente, meu filho começa a balançar e falar alguma coisa que não consigo entender, fazendo com que ficasse quase impossível limpar seu nariz. Paro e pergunto o que ele quer. Meu filho que está no meu colo e de frente para a porta, aponta freneticamente para a porta falando:

– “Ó papai, cáca ! Ó papai, cáca !”

Quando viro a cabeça, vejo um bambi com a camisa do SPFW apontando para o carrinho com cara de poucos amigos. Imediatamente comecei a rir com a situação. Meu filho continuava repetindo seu mantra e o cara falando algo e apontando para o carrinho. Fiz sinal para o bambi esperar um minuto. Olhei para meu filho, rindo, e falei: “Cáááááca, filho. Isso mesmo”. Perguntei ao bambi com olhar entre o incrédulo e o desorientado o que ele queria. O carrinho é seu, perguntou. Respondi que sim, ainda com o sorriso no rosto.

Quando o bambi saiu, soltei outra gargalhada. Meu filho que está na idade de repetir tudo, riu também. Esse já está encaminhado.

Ó papai, cááááca !!

Ó papai, cááááca !!



** Além de chamar os bambis de “cááááca”, meu filho costuma dizer também que “cuíntia é cáca”. Esse menino sabe das coisas.

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