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Posts Tagged ‘Bastidores’

Morumbi NÃO !

Estádio Cícero Pompeu de Toledo, Jardim Leonor, São Paulo.

Estádio moderno, organizado, que oferece toda infra-estrutura para os privilegiados torcedores que o frequentam. Acesso fácil, policiamento gentil, banheiros limpos, lanchonetes, o paraíso tricolete.

Assista o *vídeo abaixo e veja como o torcedor é tratado no Panetone, também conhecido como Privadão ou anti-estádio. Viva a Copa do Mundo no Brasil !

*Vídeo feito por torcedores santistas, e contém cenas de outros estádios. A maior parte do vídeo foi filmada no Panetone.

Vi no site da Palestrina.

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Falou o Santo:

Com a Lei Pelé, hoje, o jogador não é preso ao clube, e isso é um problema no meu ponto de vista. Serei transparente, pois não vivemos em ditadura, então vou expor minha opinião. O jogador atual é muito mais vaidoso, pensa mais no individual que no coletivo. Mesmo que o time não consiga um bom resultado, alguns jogadores se valorizam porque conseguem fazer boas partidas, ter destaque, é a forma de futebol hoje em dia.

Quem consegue colocar o time todo humilde dentro de campo, com todo mundo jogando por todo mundo, é que faz a diferença, mas não acontece aqui no Palmeiras e em vários lugares. O que prevalece hoje é esse pensamento individual, deixando o conjunto de lado.

Marcos já alertava para esse problema de vaidade e individualismo no grupo, em entrevistas na época que o Palmeiras começou a virar a chave. Sobre a Lei Pelé, essa veio para arrebentar financeiramente os clubes, acabar com o futebol e deixar os clubes reféns dos agentes e empresários da bola.

Juca Kfouri, o paladino da moral e bons costumes, na época era assessor especial de Pelé. Alguns dizem ser o próprio autor da lei, uma espécie de ghost-writer do ministro. A lei nasceu para punir os clubes e libertar os jogadores do passe. Feita de forma autoritária, sem ouvir todos os lados, deu no que deu. Os clubes viraram barrigas de aluguel, vitrines, onde empresários exibem suas mercadorias e tentam a qualquer custo negociá-los a maior quantidade de vezes possível. Raríssimos são os jogadores que passam mais de duas temporadas no mesmo clube.

Os clubes antes formadores de jogadores, hoje veem suas categorias de base loteadas entre empresários da bola. E não é raro quando um jogador formado em um clube, é vendido para o exterior antes mesmo de estreiar no time principal. E quem vê a cor da bufunfa ?

Veja o que pensa o paladino Kfouri sobre a lei que deixou os clubes de joelhos e nas mãos de agentes honestos:

A Lei Pelé só atrapalha quem busca desculpas para se atrapalhar ou viu dificultada a mamata de botar no bolso o dinheiro dos clubes. A Lei Pelé não tem culpa alguma. Temos é de responsabilizar a gestão, separar o futebol profissional das outras atividades do clube e geri-lo feito empresa.

A quem interessou tudo isso ? Se antes Kfouri criticava os dirigentes que se sentiam donos de seus clubes, porque não critica agora os novos donos do futebol ?

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Belluzzo pegou gancho de 120 dias por chamar Simon de juíz de gaveta e mostrar como o STJD atua nos julgamentos. Se as trancinhas do jogador forem rubro-negras, mais sorte ele terá nos tribunais.

Não bastasse a perseguição sofrida em um tribunal de araque, agora Belluzzo corre riscos de punição na justiça “comum”. O promotor Paulo Castillo pediu abertura de um inquérito porque o presidente do Palmeiras gritou “vamos matar os bambis” na festa da Mancha Verde.

Ainda bem que temos pessoas de bem, como Schimitt e Castillo, para nos proteger de pessoas tão perigosas e nefastas quanto Belluzzo. A sociedade fica mais aliviada por contar sempre com a conduta de tão corretos cidadãos de bem.

O palmeirense sabe que as declarações de dirigentes ou jogadores de outras equipes, especialmente falando dos gambás e bambis, a justiça “comum” e desportiva não tem a mesma rapidez e vontade na apuração das coisas.

Ontem o STJD reverteu a pena imposta aos bambis (perda de um mando de campo por invasão de torcedor) e livrou a cara do volante Jean. Borges e Dagoberto, mantiveram a pena de 3 jogos.A certeza da diretoria do SPFW que eles conseguiriam reverter a perda de campo era tanta, que as bibas já comercializavam ingressos para o jogo contra o Sport no Panetone. Isso mesmo, antes mesmo do julgamento, que impossibilitaria o jogo ser no panetone, os leonores vendiam ingressos para seus simpatizantes.

A mariposa ajoelhadora, que uma vez disse suspeitar das atitudes do mesmo Simon logo após ser expulso no jogo contra o Santos, não recebeu nenhuma menção de ser chamado no tribunal. Segundo Schmitt, Ceni apenas emitiu sua opinião sobre Simon.

Agora torcedor, veja o que o goleiro de hóquei escreveu hoje em seu Twitter:


Fiquei feliz com a liberação do Morumbi, mas triste pela sacanagem do STJD com Borges e Dagoberto. Estão armando pra não sermos campeões.

Borges e Dagoberto seriam importantes nestes jogos decisivos, mas mãos grandes e bairristas do RJ querem nos atrapalhar. Não conseguirão.

Agora só falta suspender André Dias e Hugo por causa do jogo contra o Vitória. Ou melhor, só falta me suspenderem pelo que escrevo aqui.


Rogério Ceni fala sobre “sacanagem” do STJD, diz que estão armando para não serem campeões e finaliza com um tapa na cara do tribunal. Que a “mão grande” do bairrista STJD quer atrapalhar o time do Jardim Leonor. Termina com uma ameaça e uma certeza que tem carta branca para falar o que quer, diferente de Belluzzo ou alguém do Palmeiras.

Dá nojo ver o que se tornou o futebol brasileiro. No fundo, Cenis, Schmitts, Globos e impren$a e$portiva, são todos da mesma famiglia. E todos se merecem. Os amantes do verdadeiro futebol é que não merecem tantos patifes, canalhas e picaretas.

 

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Vira e mexe, quando o Palmeiras passa por alguma situação ruim, sempre aparece um patife querendo aparecer às custas da Sociedade Esportiva Palmeiras.

Nunes, o atacante do futuro rebaixado Santo André, falou poucas e boas após a derrota do Verdão. Em seus 15 minutos de fama, até a imprensa tentou o colocar nos bambis em 2010. Voltou ao ostracismo.

Ricky, o jogador mais macho do outro lado do muro, sempre dá declarações alfinetando o Palmeiras.

Dessa vez foi o “craque” leonor (craque para a impren$a bambi, claro) Jorge Wagner. O jogador condenou a briga de Maurício e Obina. Suas palavras:

É lamentável que aconteça isso em campo, nós temos que dar exemplo e com certeza tem que partir de nós tudo o que é visto no estádio. Fui à missa do padre Marcelo (Rossi) ontem, (quinta) com o Washington e o Arouca, e ele disse que ia fazer uma campanha no próximo ano para incentivar o torcedor a levar a família aos estádios para pregar a paz. E isso também tem que partir dos jogadores.


Não custa nada lembrar aos esquecidos leonores, que duas moçoilas do time onde eles jogam, protagonizaram uma briga no jogo contra o Vitória. E é óbvio, a arbitragem fez que não era com ela e se “esqueceu” de expulsar os brigões. Não me lembro de Jorge Wagner falando que foi a missa (ah, como são fervorosos os canalhas) do Padre Marcelo e condenando as atitudes dos jogadores bambis.

Naquele antro de canalhas, eles logo trataram de desmentir as imagens transformando as agressões em uma simples discussão. Tudo bem, não dá pra esperar honestidade vindo do outro lado do muro.

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Mídia Palestrina

Mais uma vez recorro ao excelente 3VV (Terceira Via Verdão), na coluna do Vicente Criscio.


É hora dos dirigentes sérios fazerem alguma coisa

POR VICENTE CRISCIO

Chega! Não dá mais. Estão nos fazendo de palhaço. Torcedores, investidores do futebol, patrocinadores.

Chega! A hipocrisia e a cara lavada de alguns no futebol já ultrapassou qualquer limite aceitável.

Desta vez trata-se da não entrada em campo dos jogadores Renê e Val Baiano na partida São Paulo e Barueri.

Vocês conhecem a história: primeiro o São Paulo FC acerta a contratação de Fernandinho. No mesmo período do ano passado, quando o Palmeiras junto com a Traffic acertaram a vinda de Marquinhos para o clube, foi uma grita geral, inclusive do paladino da justiça esportiva – aquele mesmo – que colocava sob suspeita o jogo Palmeiras e Vitória (0x0, em Salvador).

Muito bem, Fernandinho – dizem – está machucado há algum tempo e não jogou a partida deste sábado (seria interessante confirmar desde quando ele está machucado). Depois veio a história da tal mala branca. Jogadores do Barueri receberam (ou receberiam) dinheiro do Cruzeiro (??) para vencerem o Flamengo. Val Baiano e Renê também foram afastados.

Curioso. Nenhuma mala branca é dirigida a um ou dois jogadores. É dirigida a um time. Então a questão que deve ser respondida é por que apenas Val Baiano e Renê foram tirados do jogo contra o São Paulo? Porque eles falaram? Pára!! Tira o tubo…

E o paladino da justiça – aquele mesmo – disse em sua coluna de hoje: Renê e Val Baiano não jogaram por serem “vítimas” da mala branca. Quando se trata de J. Hawilla, é trambicagem. Quando se trata de J. Juvêncio, os jogadores são vítimas. Entendi.

Ah sim, e antes do jogo São Paulo 1×0 Barueri acabar a mídia já veiculava que os dois podem retornar contra o Inter.

O Barueri perdeu por 1×0 mas finalizou 10 vezes. O São Paulo 8. E então: Val Baiano fez falta ou não?

E aí colorados, vão ficar calados?

QUAL O REAL PROBLEMA?

O time do SPFC – por competência ou “coincidência” – vem se fortalecendo há tempos nos poderes constituídos do futebol (mas não só eles, como veremos a seguir). O STJD está infestado de torcedores-juízes, torcedores-procuradores, torcedores-auditores. Quem frequenta o meio sabe disso.

Na arbitragem, o caso Madonna mostrou a ponta de um iceberg. Ninguém investigou. Abafa o caso.

Do lado do Quarto Poder, a imprensa paulista é adesista. Jornalisas mal pagos vivem de agradinhos. Depois reclamam que são ofendidos pela torcida palmeirense.

Se olharmos os dois principais periódicos da cidade então, teremos que chorar. De um lado os fundadores são tricolores. Do outro, a editoria esportiva, além de paupérrima, tem colunistas tendenciosos. O único jornal segmentado – Lance! – tem camarote no Morumbi e analisa os temas críticos com a profundidade de uma poça d’água.
Abafa o caso!

E só prá não ficar nisso: o dirigente esportivo – Marco Aurélio Cunha – tornou-se vereador nas últimas eleições. Qual a sua proposta para a cidade? Não sei. Mas no mínimo é muito estranho dirigente esportivo virar vereador em época de passar o chapéu ao poder público para conseguir dinheiro do Estado em Estádio teoricamente privado.

QUAL A CONSEQUÊNCIA?

É isso aí que vemos na reta final dos campeonatos. Todo ano é a mesma coisa.
Na esfera jurídica, a mão pesada é sempre contra Palmeiras e outros clubes menos privilegiados. O STJD chamando jogador no Rio de Janeiro para prestar depoimento em lance às vezes nem punido com cartão. Já esquecemos quantas vezes Diego Souza e Kléber estiveram no tribunal em 2008? Ou já esquecemos que Valdívia foi arrancado dos jogos finais do Palmeiras em 2007?

Devemos reconhecer que essa mão pesada contra o Palmeiras diminuiu esse ano. Provavelmente muito mais por medo desses mesmos poderes em relação ao Presidente Luiz Gonzaga Belluzzo e seu bom trânsito em várias esferas de Governo.

Quem conhece o Prof. Belluzzo sabe que ele não é disso. Não leva vantagem sobre sua posição como economista e consultor. Fosse alguém com essa influência em outro time e aí sim estaríamos na lama.

O QUE EU SUGIRO?

A simples união dos principais dirigentes do futebol brasileiro e o isolamento do SPFC.

ISOLAMENTO! Isso mesmo.

Como?

Não se negocia, não se senta na mesa junto, não se respira o ar em que eles respirarem.

Eu por exemplo já não teria entrado em G4. Renunciaria às potenciais receitas – aliás, importantes para qualquer clube brasileiro – mas não me sentaria à mesa com dirigentes desse naipe.

Penso como o competentíssimo Andres Sanches, Presidente do Corinthians, nosso adversário hoje. Com eles, não tem conversa.

Claro, e lembrando o seguinte: houve invasão de campo na partida São Paulo x Inter, no Morumbi. A imprensa noticiou? Não!

Ano passado, o time campeão mudou o local do último jogo – contra o Goiás, do Serra Dourada em Goiânia para Brasília. Jogou como se estivesse em casa.

Pergunto novamente: e aí dirigentes de Palmeiras, Atlético, Inter, Flamengo. Vamos assistir passivamente nosso adversário pintar e bordar para levar mais um título?

Espero que não.

ENTÃO DIZ AÍ!

Mas, claro, pode ser que eu esteja à beira de um ataque de nervos por conta do Derby. TPD, Tensão Pré Derby.

Ou pode ser que eu seja um alucinado, com síndrome de perseguição. Será que está tudo bem? Será que estou (estamos) errados?

Deixe sua opinião. A catarse – desde que com respeito às pessoas – é permitida. Da mesma forma que a discordância.

Bom domingo. Saudações Alviverdes!

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É engraçado isso. Por que agora os que falam essa besteira não lembram que perdemos do Coritiba com um gol de pênalti que não existiu? Contra o Goiás, no Serra Dourada, foi a mesma coisa, um pênalti que não aconteceu decidiu a partida. O que não se pode querer fazer é colocar pressão em quem vai apitar uma partida. Mas eu entendo isso. O grande problema é que o Palmeiras estava jogando contra o Cruzeiro e contra o Brasil inteiro. Todo mundo queria que o Palmeiras perdesse, inclusive aqueles que comandam o campeonato, para que tudo ficasse embolado. – Muricy Ramalho


Bem vindo ao mundo real, Muricy.


Eu já disse e repito: mandei um e-mail para o Sergio Correa, mostrando que o Palmeiras se preocupava com o risco de escalar o juiz. Já havíamos tido um problema contra o Roman contra o Goiás. Eu não manipulo arbitragem, não uso meu cargo para influenciar juiz, isso é ruim demais para o futebol. Além do mais, não falo da arbitragem dos outros times. Mandei o e-mail porque cansei de ver o Palmeiras ser prejudicado, os torcedores estavam cobrando uma atitude. Tenho uma relação que mostra que o Palmeiras deixou de ganhar nove pontos no campeonato por erros da arbitragem. – Presidente Belluzzo


Nota do Porcopédia: na relação desse blog são 10 pontos que nos roubaram.


E as putinhas ainda acham que o mundo é feito de imbecis


“…o presidente do time mineiro, Zezé Perrella, publicou uma carta no site oficial do clube criticando Evandro Rogério Roman, árbitro da partida, por não ter assinalado nenhum pênalti em quatro lances duvidosos a favor da Raposa. O dirigente também criticou a comissão de arbitragem e envolveu até o São Paulo na reclamação, registrando que o mesmo juiz validou gols irregulares do Tricolor, no confronto do primeiro turno.”


Se ele foi suspenso está aí a resposta, não foi por acaso. Falou-se muito que o Miranda teria cometido pênalti contra o Santo André, e depois foram três não marcados contra o Palmeiras. Mas no fim tudo é igual, os erros e acertos não serão decisivos para o título.

Ou alguém acha que isso aí não foi pênalti ?

Para Birner e Ricardo Gomes, isso não foi pênalti. A falta deve ter sido de Fernando em Miranda.

Ele não marcou aquele pênalti (contra os gambás no 1º turno), mas fez um bom jogo no geral. Quando o juiz comete dois ou três erros, como foi no caso do jogo do Palmeiras, aí é suspenso. “Quase-técnico” Ricardo Gomes


Ricardo Gomes já aprendeu como se trabalha no time das putas velhas. O quase-técnico (só os imbecis acham que Ricardo Gomes algum dia já treinou algum time que preste) mostrou ter decorado a cartilha dos canalhas que adoram recontar a história de acordo com a sua conveniência. O time que ele diz treinar tem know-how de intimidações e traquinagens nos bastidores. Esse ano até o Chivas Guadalajara sentiu na pele o poder nefasto dessa corja.

Ricardo, não se preocupe. Até agora você está fazendo bem o seu papel de sabujo. Como treinador, você sabe que essa é a sua única oportunidade na vida de ganhar alguma coisa. Não importa se o verbo ganhar, desse lado do muro, se confunde sempre com o verbo roubar, afanar, subtrair, se apossar, espoliar, etc. A história desse time que você diz que treina, e só a impren$a “especializada” enxerga você como um técnico que não é, foi e é construída com esses verbos. Mas não se preocupe Ricardo, você tem uma claque na mídia que sempre lhe farão coro. Pelo menos isso fará com que você nunca pense que está falando sozinho.

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Cena 1: Goiás 2, Palmeiras 1. O Palmeiras estava vencendo a partida até os 30 do 2º tempo, quando teve um pênalti marcado de forma absurda que mudou a história do jogo. Além de estar na frente do placar, o Palmeiras administrava a partida. Ao dar um pênalti inexistente de Wendel em Júlio César, Roman acendeu o estopim para o Goiás acordar na partida. Fim de jogo, o Palmeiras que contava com mais 3 pontos voltou pra casa sem nenhum. O árbitro Evandro Rogério Roman é criticado publicamente pela diretoria do Palmeiras pela péssima atuação no jogo e Belluzzo diz que ele nunca mais apitará jogos do Palmeiras.

Resultado: a Comissão de Arbitragem não dá bolas para a reclamação do Palmeiras e Roman é escalado para apitar mais um jogo do Verdão.


Cena 2: Cruzeiro 1, Palmeiras 2. O time mineiro perde a partida em casa em um jogo onde abusou das tentativas de cavar pênaltis (o pênalti que houve foi de Jumar na boneca maria). Apesar de jogar com um a mais quase todo o 2º tempo, o Cruzeiro não teve competência sequer para empatar a partida, já que jogou 35 minutos dentro do campo adversário. Como seu goleiro tomou um frango e seu lateral entregou a bola que resultou no 2º gol palmeirense, ao invés de admitir que possuem um time fraco (é só constar a posição delas na tabela), os mineiros preferiram chiar contra a arbitragem, novamente a cargo de Evandro Rogério Roman. Agora com o coro da impren$a “especializada”, que viu algumas dezenas de pênaltis “claros” para o time de Minas. Porém ninguém admitiu que a cotovelada de Kléber em Wendel, que lhe rendeu alguns pontos na boca e a saída de campo sob suspeita de ter fraturado o maxilar, também merecia expulsão. A diretoria maria reclama publicamente contra a atuação do árbitro Roman se dizendo prejudicada nesse jogo.

Resultado: a Comissão de Arbitragem dá um gancho de 30 dias à Roman.


A diretoria do Palmeiras também tentou a mudança do jogo contra o Atlético/PR de sábado para o domingo. A CBF deu de ombros. Vale lembrar que muitos times já tiveram as datas dos seus jogos alterados e a CBF acatou sem problemas, como recentemente o Fluminense e o Internacional.


Para os torcedores das marias, que enxergam este como um campeonato “encomendado” ao Palmeiras, fica a pergunta. Com tamanha força mostrada pela diretoria do Palmeiras nos bastidores, que sequer consegue “limar” um juíz que lhe prejudicou ou mudar a data de um jogo, qual é a mágica que eles farão para “ganhar” o campeonato no tapetão ? Agora, pela força que mostrou o Cruzeiro “limando” Roman por 30 dias, as chances dos mineiros serem rebaixados à 2ª divisão (as marias estão a 7 pontos da zona de rebaixamento) são nulas. E não é por estarem jogando um futebol que mereça sonhar mais alto.


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